Alergias X Poluição em ambientes fechados

Ex-pesquisador da Nasa ensina como se livrar da poluição em ambientes internos

Por Cristina Almeida
Especial para o UOL Ciência e Saúde

O que uma nave espacial, uma casa e uma empresa têm em comum? A resposta é a existência de várias substâncias voláteis químicas capazes de fazer com que o ar que se respira nesses ambientes seja até dez vezes mais poluído do que o ar externo.

Especialistas afirmam que nesses locais há uma forte concentração de elementos altamente poluentes, o que pode ser a causa de alergias e asma, entre outras patologias mais graves.

O engenheiro ambiental Bill Wolverton, ex-pesquisador da Nasa, e autor do livro “Plants: how they contribute to human health and well-being” (“Plantas, como elas contribuem para a saúde e o bem-estar”), com lançamento previsto para abril de 2009 nos EUA, explica que, durante as missões da base espacial Skylab, mais de 100 tipos de substâncias poluidoras foram encontradas dentro das naves espaciais.

Foto: Shu Suehiro - Lírio-da-paz: eficaz contra álcool, acetona, tricloroetileno, benzeno e formaldeído

Constatado o fato, cientistas e pesquisadores da Nasa mobilizaram-se para descobrir soluções para o controle do problema antes que as missões de longo prazo iniciassem.

A partir dessa descoberta, a U.S. Environmental Protection Agency (EPA – Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos), vistoriou prédios públicos como escritórios, hospitais e creches, e neles identificou mais de 900 poluentes transportados pelo ar.

Quer saber quais são os principais poluentes e quais plantas os absorve? Clique aqui.

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Propriedades fungicidas e antivirais dos óleos essenciais

por Ary Luiz Bon

Dos diversos estudos e pesquisas, uma conclusão comum é que aldeídos e ésteres são os componentes mais eficazes contra fungos. Alguns óleos essenciais tem propriedades mais amplas, outros tem ação específica sobre fungos de tipo específico. Particularmente interessante é a ação do timol como agente da inativação dos esporos de fungos.

No caso de viroses, não há uma comprovação clara sobre que tipo de componente tem ação específica, embora diversos óleos essenciais tenham comprovada ação antiviral.

Shirley Price compara a emoção do ciúme a virus e fungos, “…algo do qual não precisamos e nem queremos, e mesmo assim chega até nós; isto ocorre porque todos somos vulneráveis ao desejo de coisas que não podemos ter – algo de outra pessoa, de uma posição social ou profissional que desejávamos e outro conseguiu, etc (emoção destrutiva e negativa). Pode ocorrer também com desejos sobre os atributos físicos ou da personalidade de outro, como uma autoconfiança por exemplo (aqui emoção ainda destrutiva mas não negativa).(sic)

Da tradução do livro “Aromaterapia e as Emoções” o trecho específico pela descrição corresponde a um outro tipo de sentimento similar ao ciúme mas que chamaríamos mais própriamente “inveja”. Entretanto a Shirley menciona a seguir que cíume e inveja são similares mas não iguais. Meu comentário sobre a raiz destrutiva destes sentimentos está no fato do “reconhecimento” (algo assumido) pelo praticante desta emoção destrutiva, da “inatingibilidade” do objeto do desejo ou objetivo. Em princípio, quando “almejamos”, estamos nos colocando em alinhamento com um objetivo, e as forças do universo formam um canal condutor até este objeto, através de nosso potencial anímico. “Almejar o inalcançável”, neste contexto, é uma crise de fé. Praticar o desejo do inalcançável, de algo que ao mesmo tempo desejamos mas vemos como impossível é com certeza uma emoção destrutiva.

As derivações e decorrências deste estado emocional tornado repetitivo, como a frustração, ódio, ou assumir cursos de ação que não irão fomentar uma realização íntima – são desdobramentos que uma vez instalados irão causar diversos problemas de saúde e esta situação mascara o problema original. Por esse motivo as interpretações e diagnósticos holísticos divergem.

Como as pessoas normalmente não reportam ou admitem ter a experiência destes sentimentos e emoções (desejar o inalcançável, desejar sem acreditar), a comprovação da eficácia dos óleos essenciais para este tratamento fica dificultada. Ela afirma no livro que agradece antecipadamente a colaboração de terapeutas com casos deste gẽnero, ligando vírus e fungos a ocorrências destas emoções.

Relação de óleos fungicidas

mangericão
cravo
tangerina
patchuli
pinho
sálvia (todas)
tomilho doce
gerânio
lavanda
hotelã pimenta
alecrim
chá-preto

Relação de óleos antivirais

mangericão
cravo
lavanda
niaouli
bergamota
eucalipto smithii
limão
sálvia
hotelã pimenta
tomilho doce
alecrim
chá-preto

Observação: Shirley Price prescreve estes óleos em uso principalmente (massagem e reflexologia podal), diluídos em óleos carreadores e com movimentos visando a penetração na pele.