ALECRIM CO2-TO

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 Poderoso antioxidante, mais potente que a vitamina E!!!!

Se gastam cerca de 7,1 a 12,0 kg de material para obtenção de 1kg deste extrato, que é composto por vários diterpenos e que juntos dão ao alecrim um potencial ríquíssimo como antioxidante. O teor de óleo essencial é mínima de menos de 3%. 

Estas substâncias agem como poderosos inibidores na reação de oxidação de lipídeos, evitando a rançagem da gordura com a formação de radicais livres. Numa pesquisa Chinesa (School of Pharmaceutical Science, Peking University), estes componentes demonstraram uma ação inibitória da oxidação e peroxidação lipídica que leva à formação de LDL (mal colesterol) no sangue. Esta pesquisa é confirmada e ampliada por outras feitas por Stashenko EE, Puertas MA e Martinez JR, na Colômbia, que demostraram que o alecrim (R. officinalis), e outras ervas como coentro (C. Sativum), orégano (O. Vulgare), funcho (F. Vulgare) e sálvia negra (Lepechinia schiedeana), possuem uma ação antioxidante sobre óleos vegetais diminuindo a velocidade de rançamento dos ácidos graxos poliinsaturados (1-20g/litro).

Notou-se os efeitos destas plantas melhor do que o dos anti-oxidantes mais conhecidos como BHA, vitamina E e trolox. O alecrim CO2-TO possui efeito 4 vezes mais forte como antioxidante e conservante de carnes do que o BHA e BHT. Há por conta disso, uma ação potente para uso em óleos de massagem, alimentos e óleos de cozinha, visando aumento de sua durabilidade, além deste efeito se extender a cremes ricos em óleos carreadores. Esta ação é potente no sentido de prevenir o envelhecimento precoce da pele, sendo muito eficiente seu uso em cosméticos com tais finalidades.   

Na pesquisa abaixo, os resultados mostraram que extratos de alecrim via CO2 contendo 14% de diterpenos polifenois diluídos a 200ppm possuem o mesmo efeito que 500ppm de vitamina E (tocoferol). Outro estudo demonstrou que 50ppm de alecrim co2-TO com 14% de diterpenos possui o mesmo efeito que 500ppm de BHT. 

No caso de nosso produto, a concentração é 25% de diterpenos polifenólicos (quase o dobro da % utilizada em teste neste estudo), o que demonstra que com apenas a metade desta dosagem se consegue atingir o mesmo efeito.

A literatura científica descreve que altas doses de vitamina E acaba ocasionando um efeito pro-oxidativo (indutor de radicais livres). Notou-se em pesquisas que a presença dos diterpenos polifenóis do alecrim e da sálvia dalmaciana extraídos via CO2-TO possuem a capacidade de inibir este efeito, além de atuarem de maneira sinergística potencializando a ação antioxidante um do outro (diterpenos-vitamina E), tendo-se assim um interessante efeito anti-envelhecimento em cremes que contém as duas substâncias.

Uma pesquisa do Departamento de Bioquímica da Universidade Ain Shams no Cairo, Egito, demonstrou que o extrato alcóolico de alecrim possui uma ação hepatoprotetora e atividades antimutagênicas, efeitos estes atribuídos à presença de uma alta porcentagem de componentes fenólicos com alta atividade anti-oxidante já citados anteriormente. O teste feito com a administração de 0.15 g/100 g BW do extrato alcoólico de alecrim em ratos por 3 semanas produziu um pronunciado efeito hepatoprotetor. Estudos do Departamento de Biomedicina Molecular, México, demonstrou que o alecrim possui efeito hepatoprotetor prevenindo a inflamação e necrose. Ele também age normalizando os teores de bilirrubina no sangue. O uso do alecrim em problemas de intoxicação alimentar ou por drogas, icterícia e cirrose, parece ser uma alternativa considerável para proteção e regeneração do fígado. Todo este efeito é atribuído aos polifenóis antioxidantes do alecrim.  

O alecrim auxilia ainda na produção de enzimas do estômago e pâncreas que agem quebrando o alimento em moléculas mais simples para assimilação e ajuda na eliminação de toxinas pelo sistema linfático. Isso também alivia o desconforto da náusea e pode levar a uma melhora na má digestão.

Dentro destas pesquisas do alecrim como agente anticancerígeno, um estudo de Steiner M, Priel I, Giat J, Levy J, Sharoni Y, Danilenko M., Israel, demonstrou que o ácido carnósico possui uma ação anti-proliferativa de células leucêmicas e pode cooperar com outros componentes naturais anti-câncer na inibição do crescimento e diferenciação  das  células  cancerígenas.  Slamenova D, Kuboskova K, Horvathova E, Robichova S., do Instituto de Pesquisas do Câncer da Academia de Ciências de Slovak, Eslováquia, demonstraram ação protetora do alecrim em danos oxidativos sobre o DNA. Este efeito é devido à ação antioxidante dos diterpenos e indutores das enzimas antioxidantes da glutationa nas células.  

 Alguns estudos espanhóis sugerem a possibilidade de aproveitamento das propriedades antioxidantes do alecrim na proteção da pele contra as ações oxidativas do sol e na prevenção do câncer de pele. Ele poderia ser acrescentado a cremes protetores solares, rejuvenescedores e anti-radicais livres. A suplementação de cosméticos com extratos via CO2-TO ou oleoresina de alecrim, pode apresentar inúmeros benefícios e representar uma eficiente ferramenta para reduzir os danos causados pelos radicais livres sobre a pele.

Pesquisadores do Centro de pesquisas da Nestlé, Lausanne, Suíça, classificaram o alecrim (devido a seus diterpenos fenóis) como um promissor candidato a programas quimio-preventivos. Eles descobriram que o alecrim age inibindo substâncias carcinogênicas de agir no corpo e aumenta sua eliminação do organismo. Também, na Universidade Estadual de Nova Jersey, estudos demonstraram um potencial do óleo em inibir tumores induzidos na pele de ratos e pesquisas estão sendo levadas adiante no seu uso na prevenção e tratamento do câncer de mama. Um número de constituintes tem demonstrado atividade em testes in vitro. O ácido rosmarínico possui uma atividade anti-oxidante e o carnosol inibe a formação de câncer em estudos com animais. O carnosol e o ácido ursólico, presentes na planta, inibem o desenvolvimento de tumores mamários em animais quando usado o extrato de alecrim a 1% na dieta dos animais. Na mesma faculdade, pesquisadores demonstraram uma ação do alecrim (2% na dieta) em fêmeas de ratos no aumento do metabolismo no fígado do estrógeno e estrona e inibição (35-50%) de sua ação uterotrópica em uso de 3 semanas.

Pesquisas feitas por al-Sereiti MR, Abu-Amer KM e Sen P. do Departamento de Farmacologia da Faculdade de Medicina de Tripoli, Líbia, mostraram que muitas das propriedades do alecrim vem do ácido rosmarínico, ácido carnosólico e caféico. O ácido rosmarínico é absorvido pelo trato gastrointestinal e através da pele. Ele aumenta a produção da prostaglandina E2 e reduz a produção do leucotrieno B4 em leucócitos humanos. Com isso concluiu-se que o alecrim e seus constituintes possuem um potencial terapêutico no tratamento ou prevenção da asma brônquica, desordens espasmódicas, úlcera péptica, doenças inflamatórias, hepatotoxidade, arteriosclerose, isquemia, doenças cardíacas, catarata, câncer e fraca motilidade dos espermatozóides.   

A absorção do ácido rosmarínico é 8 vezes mais forte em soluções alcoólicas do que aquosas. Ele acumula-se nos pulmões, numa concentração 13 vezes maior que dos tecidos do baço, coração e fígado.  Isto  sugere   uma  ação  rápida  em  doenças pulmonares com a forte presença de radicais livres como o câncer. Alguns estudos sobre os efeitos do ácido rosmarínico demonstraram que ele age inibindo a gengivite, e que possui moderadas propriedades anti-trombóticas, devido à sua ação inibitória da agregação das plaquetas e promoção da atividade fibrinolítica. Ele também interfere no processo germinativo, crescimento e amilase de vários tipos de sementes. Também é um bom anti-inflamatório natural. Em muitos aspectos os efeitos do ácido carnosólico são idênticos aos do ácido rosmarínico.

Com relação às suas propriedades antimicrobiais, notou-se em estudos que diluições da planta demonstraram ação inibitória de 5 microorganismos testados: Pseudomonas, Serratia, Brochotrix, Carnobacterium e Lactobacilus. 

Uma pesquisa da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Faculdade de Fukuoka, Japão, demonstrou que extratos alcoólicos das folhas do alecrim inibem completamente a motilidade de culturas de epimastigotes de Trypanosoma cruzi, causador da Doença de Chagas, em concentrações de 2 mg/ml depois de 2 horas de incubação. Foram identificados dois ácidos triterpênicos com ação ativa, ácidos oleanólico e ursólico. O ácido ursólico parou o movimento de todos os epimastigotes na concentração mínima de (MC(100)) of 40 micro g/ml (88 micro M), depois de 48 horas de incubação. O ácido oleanólico foi menos ativo (MC(100): 250 micro g/ml, 550 micro M) e o ácido betulínico, também encontrado na planta, foi praticamente inativo.

Estudos do Instituto Jozef Stefan, Eslovênia demonstraram um potencial do ácido carnósico e do carnosol em inibir a protease do HIV-1 (causador da AIDS).  O ácido carnósico demonstrou o mais forte efeito inibitório (IC90 = 0.08 microgramas/ml). O mesmo componente mostrou um efeito inibitório da replicação do vírus (IC90 = 0.32 micrograms/ml). A ação citotóxica sobre linfócitos foi de 0.36 microgramas/ml, que é muito próximo da efetiva dose antiviral. Isto implica na possibilidade do uso de extratos de alecrim no auxílio do tratamento de pessoas com AIDS, mas em doses consideravelmente menores poderia ajudar na estabilização do vírus no sangue. A fixação do vírus sobre o linfócito (HIV-1 integrase) é inibido pelo ácido rosmarínico com valores de IC50 por 10microM.

Um estudo feito na Universidade de Campinas/SP mostrou que o alecrim possui uma ação anti-ulcerativa. Isto possibilita seu uso no tratamento de úlceras internas e de pele. Este seu efeito parece associar-se à sua ação anti-oxidante.  

No óleo essencial de alecrim destilado os polifenóis diterpenicos anterioremente citados e responsáveis por tais efeitos, não estão presentes e portanto estas propriedades somente se aplicam ao extrato obtido via CO2.   

Dosagem: 0,02 – 0,05% em caso de gorduras saturadas (coco, babaçu, palmiste, etc), 0,1 – 0,2 % em caso de gorduras poliinsaturadas (ex.: girassol, canola, milho, algodão, semente uva, semente maracujá, etc). Uso oral 2-5 gotas 3 X ao dia. Uso cosmético 0,5-2%.

Cuidados: Não é conhecido nenhum efeito colateral com seu uso. Teor irrisório de OE, não altera pressão. Não abortivo.

Se houver interesse em adquirir óleos essenciais ou outras informações, entre em contato pelo 65  3027 5795 ou espacoflordocerrado@uol.com.br

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ALECRIM CO2 – TO (25% DITERPENOS POLIFENÓIS)

 
Origem: Alemanha
Extração: CO2 Hipercrítico
Cultivo: Orgânico certificado

Rosmanol 0,07% / carnosol 2,4%
ácido carnosólico 20%
ácido 12-metil-carnosólico 2,4%
ácido oleanólico 0,77%

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3 pensamentos sobre “ALECRIM CO2-TO

  1. Pingback: soap #47 Afrodite | supasoap

  2. Também não consigo encontrar oleresina de alecrim para a minha produção de Cold. Sabendo que a oleresina de alecrim é um sub-produto do óleo essencial de alecrim, posso usar o OE de alecrim como anti-oxidante?

    • Olá Chris,
      vejo que o alecrim extraído por CO2 é a melhor solucao na falta da oleoresina que você já utiliza.
      O óleo essencial tem uma ação antioxidante mínima devido a sinergia de componentes, já que os diterpenos que possuem ação antioxidante não são extraídos pela destilação.
      Um grande abraço,
      Suzy Belai

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